THE WINE BAR
av serpa pinto, matosinhos
7.7.09
25.3.09
EXPOSIÇÃO
EXPERIÊNCIAS (LAND)ESCAPES

integrando e interagindo, procurando e fugindo, agarrando as experiências (felizes) – a pintura.
numa tentativa de fugas vou pelas terras, acompanhando todas as paisagens que vão ficando gravadas na minha memória e (já não no filme mas) no cartão da minha câmara fotográfica. remexendo bem, temos os pequenos pedacinhos de terra que nos libertam de outros pequenos pedacinhos que nos inquietam no dia-a-dia. nestas fugas sinto o ar, a terra, o tempo, cada minuto – e tudo foge tão depressa, por isso os recordo enchendo a tela com toques de cor que me sossegam. são estes pormenores que nos trazem contentamento – felizes – momentos em que nos apercebemos que afinal há tempo: há tempo para observar, há tempo para pensar, há tempo para acarinhar, há tempo para sossegar!
são estes momentos que marcam os meus refúgios, que marcam a serenidade do meu pensamento, a organização dos afazeres sem pensar neles, mas ganhando energia para os enfrentar, porque eles existem e têm de ser cumpridos.
quando vou, vou por aí distraida e atenta a tudo, a absorver aproveitando o tempo de nada fazer, só sentir, usufruir, inspirar e o tempo para pensar em tudo isto. são marcas que tento deixar, sentir e re-sentir para não desistir. são momentos por que esperamos incansavelmente e que, quando chegam, não nos desiludem, são sempre bons, são sempre saudáveis, são sempre aconchegantes, são sempre mimalhos. e disto todos precisamos e é nisto que todos vamos encontrar a nossa energia. então se não posso fugir todos os dias por aí, vou todos os dias com a pintura, e com ela reconforto e recomeço.
numa tentativa de fugas vou pelas terras, acompanhando todas as paisagens que vão ficando gravadas na minha memória e (já não no filme mas) no cartão da minha câmara fotográfica. remexendo bem, temos os pequenos pedacinhos de terra que nos libertam de outros pequenos pedacinhos que nos inquietam no dia-a-dia. nestas fugas sinto o ar, a terra, o tempo, cada minuto – e tudo foge tão depressa, por isso os recordo enchendo a tela com toques de cor que me sossegam. são estes pormenores que nos trazem contentamento – felizes – momentos em que nos apercebemos que afinal há tempo: há tempo para observar, há tempo para pensar, há tempo para acarinhar, há tempo para sossegar!
são estes momentos que marcam os meus refúgios, que marcam a serenidade do meu pensamento, a organização dos afazeres sem pensar neles, mas ganhando energia para os enfrentar, porque eles existem e têm de ser cumpridos.
quando vou, vou por aí distraida e atenta a tudo, a absorver aproveitando o tempo de nada fazer, só sentir, usufruir, inspirar e o tempo para pensar em tudo isto. são marcas que tento deixar, sentir e re-sentir para não desistir. são momentos por que esperamos incansavelmente e que, quando chegam, não nos desiludem, são sempre bons, são sempre saudáveis, são sempre aconchegantes, são sempre mimalhos. e disto todos precisamos e é nisto que todos vamos encontrar a nossa energia. então se não posso fugir todos os dias por aí, vou todos os dias com a pintura, e com ela reconforto e recomeço.
24.3.09
23.3.09
10.1.09
18.12.08
7.12.08
2.12.08
1.11.08
24.10.08
"... e disse: 'É mesmo isto!'..."
"Necessito de qualquer coisa que me provoque uma emoção. A emoção é o que me faz mexer. Não é do domínio do sentimento. É como se me picassem com um alfinete."
"ESTA É A COR DOS MEUS SONHOS. Conversas com Georges Raillard" JOAN MIRÓ
"ESTA É A COR DOS MEUS SONHOS. Conversas com Georges Raillard" JOAN MIRÓ
6.10.08
Criatividade e Rupturas
"A ARTE É NECESSÁRIA PARA QUE O HOMEM SE TORNE CAPAZ DE CONHECER O MUNDO.
MAS A ARTE TAMBÉM É NECESSÁRIA EM VIRTUDE DA MAGIA QUE LHE É INERENTE."
MAS A ARTE TAMBÉM É NECESSÁRIA EM VIRTUDE DA MAGIA QUE LHE É INERENTE."
Ernst Fisher
3.10.08
19.6.08
20.1.08
20.9.07
20.7.07

Ad Reinhardt
An artist, a fine-artist or free-artist
An artist-as-artist,
Has always nothing to say,
And he must say this over and over again.
Especially in his work
What else is there to say?
In work or words
What in hell, on earth, or in heaven, is an artist up to
when he says he has something to say?
All artists-as-artists say the same thing
The post-historic artist is the timeless artist-as-artist.
The artist-as-artist is the post-historic artist.
The post-historic artist is the
artist aware of himself as artist,
aware of art-as-art,
aware of everything that is not art-in-art,
inside or outside art.
The only way to say what an artist-as-artist is
is to say what an artist-as-artist is not.
A fine artist by definition is not a commercial
or industrial or fashion
or applied or useful artist.
A fine, free or liberal or abstract artist
is by definition not a servile
or professional or meaningful artist.
A fine artist has no use for use,
no meaning for meaning,
no need for any need.
A fine artist has nothing to use,
has no need for any meaning,
and would not use himself or his work for anything
A fine artist by definition
does not use or need any ideas or images,
does not use or need any help,
cannot use or help anyone or anything.
Only a bad artist thinks he has a good idea.
A good artist does not need anything.
From Art as Art, The selected writings of Ad Reinhardt (undated)
An artist, a fine-artist or free-artist
An artist-as-artist,
Has always nothing to say,
And he must say this over and over again.
Especially in his work
What else is there to say?
In work or words
What in hell, on earth, or in heaven, is an artist up to
when he says he has something to say?
All artists-as-artists say the same thing
The post-historic artist is the timeless artist-as-artist.
The artist-as-artist is the post-historic artist.
The post-historic artist is the
artist aware of himself as artist,
aware of art-as-art,
aware of everything that is not art-in-art,
inside or outside art.
The only way to say what an artist-as-artist is
is to say what an artist-as-artist is not.
A fine artist by definition is not a commercial
or industrial or fashion
or applied or useful artist.
A fine, free or liberal or abstract artist
is by definition not a servile
or professional or meaningful artist.
A fine artist has no use for use,
no meaning for meaning,
no need for any need.
A fine artist has nothing to use,
has no need for any meaning,
and would not use himself or his work for anything
A fine artist by definition
does not use or need any ideas or images,
does not use or need any help,
cannot use or help anyone or anything.
Only a bad artist thinks he has a good idea.
A good artist does not need anything.
From Art as Art, The selected writings of Ad Reinhardt (undated)
19.7.07
Sol Lewitt
"desenhar é acima de tudo ver com os olhos, observar, descobrir. desenhar é aprender a ver, a ver nascer, crescer, desabrochar e morrer as coisas e as pessoas. é preciso desenhar para que surja no íntimo o que foi visto e que fique gravado na nossa memória para toda a vida."
Le Corbusier (1968) em Corbusier, Dessins
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